Arquidiocese de Braga -

21 fevereiro 2026

Arcebispo exorta novos cónegos a olhar a Sé como um tesouro para uma maior evangelização

Fotografia DM

DM - Joaquim Martins Fernandes

O Arcebispo Metropolita de Braga, D. José Cordeiro, exortou esta manhã os quatro novos cónegos da Arquidiocese de Braga a serem melhores pastores do que gestores e a descobrirem novas formas de colocar o tesouro que representa a Catedral ao serviços de uma maior evangelização.

«Os presbíteros do presbitério bracarense que aceitaram ser hoje admitidos no Cabido da Sé de Braga, tal como consta no decreto de nomeação, são chamados para o serviço a Deus e à Igreja, de um modo particular através da ação desenvolvida pelo Cabido ao qual, segundo os seus estatutos, “compete exercer as funções litúrgicas mais solenes na Igreja Catedral e desempenhar os serviços que lhe são confiados pelo direito ou pelo Arcebispo Primaz. (...) Além das funções litúrgicas, cabe igualmente ao Cabido da Sé de Braga zelar pela conservação e decoro da Catedral e pelo seu património histórico, cultural e espiritual e, neste contexto, promover iniciativas que visem a evangelização da cultura e pela cultura”», recordou D. José Cordeiro, na reflexão que partilhou na celebração que assinalou o início do ministério dos sacerdotes Juvenal Dinis, Miguel Neto, Miguel Paulo e Rui Sousa como novos cónegos do Cabido Metropolitano de Braga.  

Deixando claro que os novos cónegos devem assumir-se como «pastores com mais visão que gestão», o Arcebispo de Braga salientou que «ser membro do Cabido da Sé primaz traz a responsabilidade de pertencer a um grupo pastoral de presbíteros que tem de trabalhar sinodalmente para bem cuidar os bens históricos, culturais e sobretudo espirituais da Catedral de Braga». O que implica que os novos membros do Cabido sejam capazes de, «mediante a leitura dos sinais deste tempo que nos toca viver, saber propor novas formas de colocar este multisecular tesouro de fé, arte e beleza ao serviço da evangelização», reforçou D. José Cordeiro