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DACS | 9 Dez 2019
Priscos homenageou Padre Artur Lopes dos Santos
Sacerdote foi pároco de São Tiago de Priscos durante sessenta anos.
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Comemorou-se ontem, dia 8 de Dezembro, o 20º aniversário do falecimento do Pe. Artur Lopes dos Santos, pároco de Priscos durante sessenta anos.

A iniciativa da homenagem partiu da Paróquia de São Tiago de Priscos e consistiu na celebração de eucaristia às 09h00 e na colocação de uma coroa de flores junto à memória do Pe. Artur no cemitério de Priscos, onde estão sepultados os seus restos mortais.

O sacerdote era natural de Calendário, concelho de Vila Nova de Famalicão. Nasceu a 8 de Agosto de 1914, foi ordenado sacerdote a 15 de Agosto de 1937.  Em Setembro desse ano foi nomeado Vigário Cooperador de Joane e a 26 de Setembro de 1939 foi nomeado pároco de Priscos, onde esteve até ao seu falecimento, a 8 de Dezembro de 1999.

Para além de Priscos, foi também pároco de Tebosa durante 53 anos e de São Pedro de Oliveira cerca de sete.

 

"O Padre Artur Lopes dos Santos era um homem simples, de trato afável, bondoso e desprendido. De manhã até à noite: pensava nos outros, preocupava-se com os outros e tinha como lema de vida ajudar os outros. Toda a sua vida é um exemplo de misericórdia, perdão, reconciliação e amor! Uma das suas muitas virtudes era saber esperar! Ele ouvia, escutava diferentes opiniões e discutia sobre elas. Buscava a verdade e procurava a unidade: isso ajudava a comunidade. Como pastor, fez o seu povo crescer e caminhou sempre com o seu povo", adianta o actual pároco de Priscos, o Pe. João Torres.

O Pe. João referiu ainda que "o amor à Pobreza e aos Pobres foi toda a motivação que galvanizou a vida do Padre Artur", que chegou até a confessar, numa entrevista a propósito das suas bodas de ouro sacerdotais, ter aprendido muito com eles.

Por várias vezes, quando os paroquianos levavam as suas contribuições paroquiais ao Pe. Artur, este recusava-as, pedindo-lhes que fossem para casa alimentar os seus filhos, que precisariam mais desse dinheiro do que o sacerdote. 

"O Padre Artur agiu marcado pela fé e no exercício da sua vocação e missão sacerdotal, porque entendeu tanto uma realidade como a outra como um serviço ao ser humano integral, porque percebeu que a fé sem obras é morta e que o sacerdócio confinado ao espaço do culto e do templo pode ser estéril. Era fácil vê-lo a rezar o breviário à volta do Adro da Igreja, assim como,  a jogar umas «cartadas» com os seus amigos, ou ir à caça com os seus «compadres de passeio». Estava próximo das pessoas. Ele sabia bem que «não se pode evangelizar sem proximidade». A sua proximidade era «cordial», de amor, mas também proximidade física", referiu ainda o Pe. João Torres.

Poucos sacerdotes da Arquidiocese de Braga estiveram tantos anos numa comunidade paroquial. Os paroquianos e pároco de São Tiago de Priscos estão eternamente agradecidos ao Pe. Artur "pelo seu testemunho, pela sua simplicidade e pela herança que deixou aos párocos que o sucederam".

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