Arquidiocese de Braga -

14 junho 2026

XII Domingo do Tempo Comum

Fotografia

“Não temais!”

Celebrar em comunidade

 

Itinerário simbólico

Arranjo floral a integrar a expressão: “Não temais!”.

 

Sugestão de cânticos

[Entrada] Deus vive na Sua morada santa – F. Santos

[Preparação Penitencial] Senhor, tende piedade de nós – J. Santos 

[Apresentação dos dons] Bendito seja Deus – Az. Oliveira

[Comunhão] O Senhor vela pelos seus fiéis – J. A. Nunes

[Final] Uma certeza nos guia – M. Carneiro   

 

Eucologia

[Orações presidenciais] Orações próprias do XII Domingo do Tempo Comum

[Prefácio] Prefácio dos Domingos do Tempo Comum X 

[Oração Eucarística] Oração Eucarística III

[Bênção] Bênção solene para o Tempo Comum II

 

Catequese Mistagógica

Ritos iniciais 

Ao iniciar a Eucaristia, a procissão de entrada daqueles que estarão ao serviço, acompanhada pelo canto da assembleia, conduz a uma dupla saudação: 1) ao altar, com a inclinação profunda, o beijo e o incenso (cf. IGMR 49), como lugar do mistério eucarístico, e 2) à comunidade reunida, como sinal visível da presença do Senhor (cf. IGMR 50). A saudação tem um carácter ritual. O Missal oferece várias fórmulas inspiradas no Novo Testamento. No gesto de saudação também é importante estender os braços, porque tanto a posição do corpo, como o olhar devem exprimir efetivamente esta comunicação inicial entre o presidente e a assembleia.

Terminada a “saudação do povo, o sacerdote, ou o diácono, ou outro ministro leigo, pode, com palavras muito breves, introduzir os fiéis na Missa do dia” (IGMR 50). A esta introdução ao espírito da celebração, segue-se a preparação penitencial. Com um coração pobre e humilde, que é capaz de reconhecer que somos pecadores e de pedir perdão, vivemos em cada celebração o momento de preparação penitencial. Neste momento, a comunidade reunida em assembleia aclama o Senhor e implora o seu perdão, por ter a experiência de saborear a misericórdia com que a todos abraça sempre. A preparação penitencial pode ser feita em uníssono com toda a assembleia, recorrendo à fórmula A, Confiteor; em forma de proposta e resposta, com recurso à fórmula B; e em sistema de repetição litânica, como na fórmula C, com todas as suas variantes.

Depois da absolvição, que não tem caráter sacramental, entoa-se o hino “Glória a Deus nas alturas”. Neste hino se congregam o mistério da Incarnação (tendo em conta a sua génese literária) e o da Redenção (tendo em conta o seu teor). Convém ter consciência de que “não é permitido substituir o texto deste hino por outro. É começado pelo sacerdote ou, se for oportuno, por um cantor, ou pela schola, e é cantado ou por todos em conjunto, ou pelo povo alternando com a schola, ou só pela schola. Se não é cantado, é recitado ou por todos em conjunto ou por dois coros alternadamente. Canta-se ou recita-se nos domingos fora do Advento e da Quaresma, bem como nas solenidades e festas, e em particulares celebrações mais solenes” (IGMR 53).

Os ritos iniciais terminam com a oração coleta. Depois do convite feito pelo presidente da celebração, segue-se um silêncio orante. Então, o presidente da celebração, tendo espiritualmente coligido todas as orações da assembleia, reza a oração, propriamente dita, conforme o dia litúrgico próprio. Uma vez que, durante os ritos iniciais, a assembleia se mantém sempre de pé, após a oração coleta, todos se sentam para a escuta da Palavra.

 

Ministérios Litúrgicos

O valor de cada ser humano, pela graça de Deus, é infinito. Devemos, pois confiar na Providência divina e ter consciência da importância de cada um dos nossos gestos e palavras. Ao levar a Comunhão aos doentes, a Igreja, pelo ministério do MEC, proclama de forma eloquente a dignidade infinita de cada ser humano por mais desfigurado que esteja pela doença ou pela velhice. Todos são destinatários do tesouro da Comunhão.

 

Evangelho para todos 

“Valeis muito mais do que todos os passarinhos”. Vivemos com demasiado medo. Medo de sermos considerados ingénuos ou parvos pelas nossas boas obras. Medo de sermos julgados por rezarmos todos os dias. Medo que se saiba que vamos à missa. Medo que descubram que temos uma relação com Deus, que falamos com Ele e que Ele nos fala ao coração. Alguns dirão que não o escondem, que são católicos assumidos, mas que também não o andam a apregoar. Outros dirão que não perdem uma oportunidade para dizer que são crentes e para introduzir na conversa o Evangelho. Ótimo, que maravilha! Nesse caso, há que ir mais longe: do que temos ainda medo? Que perdão ainda retemos e insistimos em não oferecer? Com que falsas humildades nos enganamos? Que medos bloqueiam a graça em nós? Larguemos as falsas confianças, as ilusões de controlo, as faltas de certeza, os planos estéreis desenhados como se nós conseguíssemos controlar o que está para acontecer. Digamos, como santa Teresa de Calcutá: «Para o presente, Ámen. Para o futuro, Aleluia». E quando nos vacilem as pernas, os braços e o coração com o que está por vir, recordemos o que nos diz o Senhor neste Evangelho: «valeis muito mais do que todos os passarinhos».

 

Oração Universal

V/Irmãs e irmãos, animados pelo santo temor de Deus e cheios de confiança no Seu amor, ousamos rezar e interceder pelos nossos irmãos e irmãs, dizendo: 

R/Senhor, nós temos confiança em Vós.

 

  1. Pelo nosso arcebispo, D. José Cordeiro, e pelos seus bispos auxiliares, pelos presbíteros e diáconos, para que dirijam a Igreja da nossa Arquidiocese de Braga com sabedoria, no caminho da santidade, da renovação criativa e da salvação, oremos.

 

  1. Pelos governos e autoridades deste mundo, para que digam a verdade aos cidadãos, promovam meios diplomáticos e solidários de paz e não se sirvam do poder em seu proveito, oremos.

 

  1. Pelos que lutam por mais justiça, saúde e bem-estar, para que o façam segundo o Evangelho, promovam relações fraternas e pacíficas e defendam corajosamente quem é mais frágil, oremos.

     

  2. Por nós próprios que escutamos a Palavra, para que experimentemos o perdão de Deus, que supera todos os nossos pecados, e nos deixemos renovar interiormente, na esperança dos bens eternos, oremos.

 

V/ Senhor do Universo, que sondais o justo e perscrutais o íntimo de cada pessoa: pela Vossa grande misericórdia, atendei a nossa oração, nós que Vos confiamos a nossa vida e a dos nossos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.

R/ Ámen. 

 

 

Encontrar o Pão na Palavra

 

Meditação Eucarística

A Sagrada Escritura ensina que fomos resgatados por um preço infinito. Não foi o ouro nem a prata que nos libertaram do pecado e da morte, mas o precioso Sangue de Cristo derramado por amor na Cruz. Este é o valor que temos aos olhos de Deus: o próprio Filho ofereceu-Se por nós. Por isso, Jesus afirma que devemos afastar o temor porque valemos muito mais do que os passarinhos, pois somos objeto da solicitude e do amor do Pai. Na Eucaristia, este mistério de redenção de valor infinito torna-se presente para nós. Sob as espécies do pão e do vinho, recebemos o Corpo e o Sangue do Senhor, penhor seguro da nossa Salvação. Cada Comunhão recorda-nos o preço do nosso resgate e confirma-nos num permanente ato de gratidão.

 

 

Sair em missão

 

Oração

Ofereço-Vos, ó meu Deus, 

em união com o Santíssimo Coração de Jesus, 

e por meio do Imaculado Coração de Maria, 

as orações, os trabalhos, 

as alegrias e os sofrimentos deste dia, 

em reparação de todas as ofensas 

e por todas as intenções 

pelas quais o mesmo Divino Coração

está continuamente intercedendo 

e sacrificando-Se nos nossos altares. 


Eu vo-las ofereço de modo particular 

pelas intenções do Apostolado da Oração 

neste mês e neste dia.

 

Missão da Semana

Durante esta semana vai estar bem presente em todos nós o verbo “testemunhar”. Propomos que, para ajudar a assumir esta consciência, comecemos a nossa jornada com a oração de “oferecimento das obras do dia”.Celebrar em comunidade

 

Itinerário simbólico

Arranjo floral a integrar a expressão: “Não temais!”.

 

Sugestão de cânticos

[Entrada] Deus vive na Sua morada santa – F. Santos

[Preparação Penitencial] Senhor, tende piedade de nós – J. Santos 

[Apresentação dos dons] Bendito seja Deus – Az. Oliveira

[Comunhão] O Senhor vela pelos seus fiéis – J. A. Nunes

[Final] Uma certeza nos guia – M. Carneiro   

 

Eucologia

[Orações presidenciais] Orações próprias do XII Domingo do Tempo Comum

[Prefácio] Prefácio dos Domingos do Tempo Comum X 

[Oração Eucarística] Oração Eucarística III

[Bênção] Bênção solene para o Tempo Comum II

 

Catequese Mistagógica

Ritos iniciais 

Ao iniciar a Eucaristia, a procissão de entrada daqueles que estarão ao serviço, acompanhada pelo canto da assembleia, conduz a uma dupla saudação: 1) ao altar, com a inclinação profunda, o beijo e o incenso (cf. IGMR 49), como lugar do mistério eucarístico, e 2) à comunidade reunida, como sinal visível da presença do Senhor (cf. IGMR 50). A saudação tem um carácter ritual. O Missal oferece várias fórmulas inspiradas no Novo Testamento. No gesto de saudação também é importante estender os braços, porque tanto a posição do corpo, como o olhar devem exprimir efetivamente esta comunicação inicial entre o presidente e a assembleia.

Terminada a “saudação do povo, o sacerdote, ou o diácono, ou outro ministro leigo, pode, com palavras muito breves, introduzir os fiéis na Missa do dia” (IGMR 50). A esta introdução ao espírito da celebração, segue-se a preparação penitencial. Com um coração pobre e humilde, que é capaz de reconhecer que somos pecadores e de pedir perdão, vivemos em cada celebração o momento de preparação penitencial. Neste momento, a comunidade reunida em assembleia aclama o Senhor e implora o seu perdão, por ter a experiência de saborear a misericórdia com que a todos abraça sempre. A preparação penitencial pode ser feita em uníssono com toda a assembleia, recorrendo à fórmula A, Confiteor; em forma de proposta e resposta, com recurso à fórmula B; e em sistema de repetição litânica, como na fórmula C, com todas as suas variantes.

Depois da absolvição, que não tem caráter sacramental, entoa-se o hino “Glória a Deus nas alturas”. Neste hino se congregam o mistério da Incarnação (tendo em conta a sua génese literária) e o da Redenção (tendo em conta o seu teor). Convém ter consciência de que “não é permitido substituir o texto deste hino por outro. É começado pelo sacerdote ou, se for oportuno, por um cantor, ou pela schola, e é cantado ou por todos em conjunto, ou pelo povo alternando com a schola, ou só pela schola. Se não é cantado, é recitado ou por todos em conjunto ou por dois coros alternadamente. Canta-se ou recita-se nos domingos fora do Advento e da Quaresma, bem como nas solenidades e festas, e em particulares celebrações mais solenes” (IGMR 53).

Os ritos iniciais terminam com a oração coleta. Depois do convite feito pelo presidente da celebração, segue-se um silêncio orante. Então, o presidente da celebração, tendo espiritualmente coligido todas as orações da assembleia, reza a oração, propriamente dita, conforme o dia litúrgico próprio. Uma vez que, durante os ritos iniciais, a assembleia se mantém sempre de pé, após a oração coleta, todos se sentam para a escuta da Palavra.

 

Ministérios Litúrgicos

O valor de cada ser humano, pela graça de Deus, é infinito. Devemos, pois confiar na Providência divina e ter consciência da importância de cada um dos nossos gestos e palavras. Ao levar a Comunhão aos doentes, a Igreja, pelo ministério do MEC, proclama de forma eloquente a dignidade infinita de cada ser humano por mais desfigurado que esteja pela doença ou pela velhice. Todos são destinatários do tesouro da Comunhão.

 

Evangelho para todos 

“Valeis muito mais do que todos os passarinhos”. Vivemos com demasiado medo. Medo de sermos considerados ingénuos ou parvos pelas nossas boas obras. Medo de sermos julgados por rezarmos todos os dias. Medo que se saiba que vamos à missa. Medo que descubram que temos uma relação com Deus, que falamos com Ele e que Ele nos fala ao coração. Alguns dirão que não o escondem, que são católicos assumidos, mas que também não o andam a apregoar. Outros dirão que não perdem uma oportunidade para dizer que são crentes e para introduzir na conversa o Evangelho. Ótimo, que maravilha! Nesse caso, há que ir mais longe: do que temos ainda medo? Que perdão ainda retemos e insistimos em não oferecer? Com que falsas humildades nos enganamos? Que medos bloqueiam a graça em nós? Larguemos as falsas confianças, as ilusões de controlo, as faltas de certeza, os planos estéreis desenhados como se nós conseguíssemos controlar o que está para acontecer. Digamos, como santa Teresa de Calcutá: «Para o presente, Ámen. Para o futuro, Aleluia». E quando nos vacilem as pernas, os braços e o coração com o que está por vir, recordemos o que nos diz o Senhor neste Evangelho: «valeis muito mais do que todos os passarinhos».

 

Oração Universal

V/Irmãs e irmãos, animados pelo santo temor de Deus e cheios de confiança no Seu amor, ousamos rezar e interceder pelos nossos irmãos e irmãs, dizendo: 

R/Senhor, nós temos confiança em Vós.

 

  1. Pelo nosso arcebispo, D. José Cordeiro, e pelos seus bispos auxiliares, pelos presbíteros e diáconos, para que dirijam a Igreja da nossa Arquidiocese de Braga com sabedoria, no caminho da santidade, da renovação criativa e da salvação, oremos.

 

  1. Pelos governos e autoridades deste mundo, para que digam a verdade aos cidadãos, promovam meios diplomáticos e solidários de paz e não se sirvam do poder em seu proveito, oremos.

 

  1. Pelos que lutam por mais justiça, saúde e bem-estar, para que o façam segundo o Evangelho, promovam relações fraternas e pacíficas e defendam corajosamente quem é mais frágil, oremos.

     

  2. Por nós próprios que escutamos a Palavra, para que experimentemos o perdão de Deus, que supera todos os nossos pecados, e nos deixemos renovar interiormente, na esperança dos bens eternos, oremos.

 

V/ Senhor do Universo, que sondais o justo e perscrutais o íntimo de cada pessoa: pela Vossa grande misericórdia, atendei a nossa oração, nós que Vos confiamos a nossa vida e a dos nossos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.

R/ Ámen. 

 

 

Encontrar o Pão na Palavra

 

Meditação Eucarística

A Sagrada Escritura ensina que fomos resgatados por um preço infinito. Não foi o ouro nem a prata que nos libertaram do pecado e da morte, mas o precioso Sangue de Cristo derramado por amor na Cruz. Este é o valor que temos aos olhos de Deus: o próprio Filho ofereceu-Se por nós. Por isso, Jesus afirma que devemos afastar o temor porque valemos muito mais do que os passarinhos, pois somos objeto da solicitude e do amor do Pai. Na Eucaristia, este mistério de redenção de valor infinito torna-se presente para nós. Sob as espécies do pão e do vinho, recebemos o Corpo e o Sangue do Senhor, penhor seguro da nossa Salvação. Cada Comunhão recorda-nos o preço do nosso resgate e confirma-nos num permanente ato de gratidão.

 

 

Sair em missão

 

Oração

Ofereço-Vos, ó meu Deus, 

em união com o Santíssimo Coração de Jesus, 

e por meio do Imaculado Coração de Maria, 

as orações, os trabalhos, 

as alegrias e os sofrimentos deste dia, 

em reparação de todas as ofensas 

e por todas as intenções 

pelas quais o mesmo Divino Coração

está continuamente intercedendo 

e sacrificando-Se nos nossos altares. 


Eu vo-las ofereço de modo particular 

pelas intenções do Apostolado da Oração 

neste mês e neste dia.

 

Missão da Semana

Durante esta semana vai estar bem presente em todos nós o verbo “testemunhar”. Propomos que, para ajudar a assumir esta consciência, comecemos a nossa jornada com a oração de “oferecimento das obras do dia”.


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Pão na Palavra