Plano Pastoral Arquidiocesano 2020-2021
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Equipa de Comunicação | 14 Nov 2020
A Real e Insigne Colegiada da Nossa Senhora da Oliveira.
Breve resenha histórica
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Igreja da Senhora da Oliveira

A história da Nossa Senhora da Oliveira está ligada à história de Portugal. A sua origem remonta ao mosteiro dedicado ao Salvador do Mundo, à Virgem Santa Maria e aos Santos Apóstolos, fundado pela Condessa Mumadona Dias (950). Após a decadência do mosteiro este viria a ser transformado numa colegiada (1110), pelo Conde D. Henrique. Numa primeira fase (meados do séc. XIV), a colegiada era da invocação de Santa Maria de Guimarães, mas depois (1342), quando a oliveira da praça fronteira reverdeceu por milagre, a denominação popular da Nossa Senhora da Oliveira acabou por prevalecer.

Na época medieval, este edifício mariano converteu-se num frequentado santuário de peregrinação, inscrito na peregrinação nos caminhos de Santiago. A importância política da Colegiada advém da proximidade com o poder real, cuja proteção fazia-se sentir principalmente na concessão de privilégios. Após a batalha de Aljubarrota, D. João I, agradecido pela proteção divina, impulsionou a reconstrução gótica (fins do séc. XIV). Posteriormente, foi D. Pedro II (séc. XVII) que financiou a nova capela mor. Na Idade Média a Colegiada foi acumulando um importante património material e um enorme poder económico.

Mas na vida da colegiada houve altos e baixos. O século XIX surgem algumas dificuldades: primeiro as invasões francesas e a entrega do tesouro; depois a instabilidade e a insegurança vividas durante as lutas liberais; segue-se a abolição dos dízimos eclesiásticos (1832); Até 1891 receia-se a dispersão e venda do património artístico da instituição mas, por força da pressão popular, el-rei D. Carlos autoriza a restauração da Colegiada com a condição de criar e manter um estabelecimento de ensino secundário público e gratuito.

Esta fase, porém, foi muito curta, pois em 1912 a política anticlerical da primeira República extingue a Colegiada por segunda vez. Foi preciso esperar por 1967 para que o arcebispo de Braga D. Francisco Maria da Silva a fizesse ressurgir na pessoa do Prior monsenhor António de Araújo Costa, tratando-se de um ato sobretudo reparador e simbólico, já que revive de forma incompleta sem o colégio  dos cônegos que constituía a sua essência. A instituição preserva, contudo, o seu valor histórico, cultural e simbólico.  O Edifício foi classificado como Monumento Nacional sob o Decreto n.º 136, de 23 de junho de 1910

Coordenadas de GPS:  

41.443180366288075, -8.292576145066475 

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Palavras-Chave:
Paróquia de Nossa Senhora da Oliveira
Casa Paroquial
Morada

Largo da Oliveira, s/n
4800-438 Guimarães

TEL

253416144

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De terça-feira a sexta-feira das 17h30 às 18h30.

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E-mail: senhoradaoliveira@arquidiocese-braga.pt

Telefone: 253416144.

Eucaristias

[observando as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa e em consonância com as normas das autoridades de saúde]

 

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SEMANA: 

- SEGUNDA A SEXTA FEIRA

19h na Igreja da Senhora da Oliveira

- QUARTA FEIRA

17h na Igreja da Misericórdia

 

FIM DE SEMANA:

- SÁBADO

16h na Igreja Senhora do Carmo

19h na Igreja da Senhora da Oliveira 

- DOMINGO

11h na Igreja da Misericórdia

12h e 19h na Igreja da Senhora da Oliveira

Confissões

Para confissões e acompanhamento espiritual é possível fazer marcação: 

E-mail: senhoradaoliveira@arquidiocese-braga.pt 

Telefone: 253416144.

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