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DACS com vida Nueva Digital | 7 Jun 2022
Luis Marín: “A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos torna-se na Secretaria Geral do Sínodo, sem mais acréscimos”
“Não se trata de abolir a colegialidade episcopal, mas de inseri-la na sinodalidade de todo o Povo de Deus”, expõe o agostiniano espanhol.
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  © Alberto Roldán

A constituição apostólica “Praedicate Evangelium”, que materializa a reforma da Cúria que Francisco tem realizado ao longo do pontificado, entra em vigor amanhã, 5 de Junho. Basta parar no artigo 33, para descobrir que já não se fala da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, mas simplesmente da Secretaria Geral do Sínodo. Portanto, nada de apelidos. Um erro de digitação? Não. O subsecretário deste departamento do Vaticano, o bispo espanhol Luis Marín de San Martín, confirma esta modificação e o seu significado em entrevista ao Vida Nueva. Além disso, o religioso agostiniano partilha o seu balanço sobre a fase diocesana do Sínodo da Sinodalidade, quando as sínteses da consulta global iniciada em Outubro passado estão a ser finalizadas nas Igrejas locais.

 

O nome da Secretaria muda?

Efectivamente, a partir do Pentecostes, por decisão do Santo Padre, o que até agora era a “Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos” passa a chamar-se “Secretaria Geral do Sínodo”. Não há mais acréscimos. É uma mudança significativa. Devo especificar que a mudança de nome é apenas para a Secretaria-Geral. A Assembleia do Sínodo dos Bispos não muda o seu nome nem a sua realidade, continua a ser o Sínodo dos Bispos.

 

Qual é o motivo?

A sinodalidade (caminhar juntos ou comunhão no caminhar) é uma dimensão constitutiva da Igreja, isto é, de toda a Igreja e de tudo o que é Igreja. Portanto, deve envolver toda a comunhão eclesial, com os seus diversos carismas e ministérios. Não se trata de abolir ou diminuir a dimensão importante da colegialidade episcopal expressa no Sínodo dos Bispos, mas de inseri-la no contexto mais amplo da sinodalidade de todo o Povo de Deus. A colegialidade episcopal é expressão da sinodalidade, mas não a esgota.

 

A mudança do nome da Secretaria Geral do Sínodo terá consequências?

Em princípio, o abranger não só o que se refere ao Sínodo dos Bispos, mas também a sinodalidade em geral, coloca-nos numa perspectiva mais ampla e já origina muito mais trabalho. Mas, acima de tudo, exige de nós uma “conversão” permanente, da disponibilidade total ao serviço da Igreja, promovendo a atitude de escuta e corresponsabilidade em todos os níveis e ajudando o Santo Padre e as Igrejas locais em tudo o que pudermos. Obviamente, isso deve-se manifestar no estilo, mas também deve ser desenvolvido e concretizado cada vez mais no que se refere à vida e à missão da Igreja.

 

A sinodalidade está relacionada com a co-responsabilidade de todos os cristãos...

É uma questão muito importante. O processo sinodal deve ajudar-nos a superar o flagelo do clericalismo e a tornar realidade a co-responsabilidade do Povo de Deus, do qual, através do Baptismo, fazem parte todos os baptizados e não apenas algumas elites (sejam clérigos ou leigos). Não em uniformidade, porque cada um segue Cristo segundo a sua vocação particular e serve a Igreja segundo um carisma específico. Mas sim na inter-relação, na co-responsabilidade suscitada pelo amor. Para discernir, os fiéis têm o direito e o dever de expressar os seus pensamentos aos párocos. E os pastores devem necessariamente ouvir o resto do Povo de Deus, do qual fazem parte, para depois tomarem as decisões que lhes correspondem de acordo com o seu ministério. Procurando todos o bem da Igreja.

 

Então, existem outras expressões de sinodalidade, além do Sínodo dos Bispos?

Sim, certamente. O Sínodo dos Bispos é uma forma concreta de expressar e desenvolver a sinodalidade no que se refere aos bispos. Mas há outros. O Código de Direito Canónico indica várias estruturas sinodais: o Concílio Ecuménico; o Sínodo dos Bispos; o Colégio dos Cardeais; os Conselhos particulares; Conferências Episcopais; o Sínodo diocesano; o Conselho Diocesano de Finanças; o Conselho Presbiteral; o Conselho de Consultores; o Cabido dos Cónegos; o Conselho Pastoral Diocesano; o Conselho Pastoral Paroquial; o Conselho Económico Paroquial; os Capítulos nos institutos de vida consagrada.

 

Estas estruturas sinodais estão sujeitas a revisão e mudança?

Na minha opinião, a tarefa a cumprir é dupla. Em primeiro lugar, devemos rever todas essas estruturas (que são meios, instrumentos) para que funcionem e para que o façam com validade. Não é que apareçam apenas no papel, mas que sejam eficazes e tenham vida. Portanto, será necessário perguntar sobre a sua validade e talvez devam ser reformados, adaptados, reforçados. Ou talvez alguns deles já tenham cumprido a sua função e já não sejam necessários. Em segundo lugar, devemos considerar que pode haver outras estruturas para expressar e concretizar a sinodalidade neste momento da história. É o caso, para citar alguns, das assembleias eclesiais ou do Conselho de Cardeais que aconselha o Papa. Tudo isto se insere no processo sinodal que estamos a viver. A sinodalidade pertence à essência da Igreja, expressa-se e concretiza-se de várias maneiras que devem ser revistas e actualizadas.

 

Qual é então a tarefa da Secretaria Geral do Sínodo?

Mantém a sua competência na preparação, desenvolvimento e realização das Assembleias do Sínodo dos Bispos, coopera com as Conferências Episcopais e com os Dicastérios da Cúria Romana e está ao serviço da Igreja na promoção da sinodalidade.

 

Além dessa referência passageira no artigo 33, porque é que a Secretaria Geral do Sínodo não aparece como tal na recente Constituição Apostólica “Praedicate Evangelium”, sobre a Cúria Romana?

A Secretaria Geral do Sínodo, desde a sua origem, não faz parte da Cúria Romana. É por isso que o seu funcionamento é regulado pela sua própria Constituição Apostólica, a “Episcopalis communio”, publicada pelo Papa Francisco em 2018. A Cúria Romana e o Sínodo são as instituições que o Santo Padre usa no seu ofício pastoral e são autónomas. Isso não significa que não haja um profundo envolvimento e relacionamento entre a Secretaria Geral do Sínodo e a Cúria Romana.

 

A sinodalidade é um dos critérios fundamentais na reforma da Cúria, não é?

A este respeito, é muito importante destacar que, na “Praedicate Evangelium”, se insiste que a sinodalidade, sendo uma dimensão constitutiva da Igreja e referindo-se à sua natureza e identidade, deve animar também todas as estruturas eclesiais. : sinodalidade intradicasterial (no funcionamento de cada dicastério), sinodalidade interdicasterial (na coordenação e colaboração entre os dicastérios); sinodalidade nos e com os vários níveis e estruturas eclesiais (igrejas particulares, conferências episcopais, uniões regionais ou continentais, etc.).

 

A colaboração, então, deve ser permanente...

No número 33 da “Praedicate Evangelium” indica-se que as instituições curiais colaboram na actividade da Secretaria Geral do Sínodo. E em vários números da “Episcopalis communio” insiste-se nesta necessária colaboração entre ambas as instituições. Todos nós devemos envolver-nos nisso. E é nisso que estamos.

 

Na Cúria encontraram manifesta resistência ao projecto sinodal ou é mais uma greve de braços caídos?

Não encontrei rejeições definitivas, embora haja sempre suspeitas e até resistências, mas não devemos ter medo, muito menos conter-nos. A Cúria Romana é composta por pessoas. E cada uma tem sua própria sensibilidade, a sua própria história. Obviamente, na Cúria há diferentes velocidades, diferentes graus de entusiasmo, e há as mesmas luzes e sombras, grandezas e deficiências como em outras áreas eclesiais. Isso é claro. Por isso é necessário um realismo saudável para desenvolver os muitos aspectos positivos e corrigir os erros e deficiências. Estamos a visitar todos os dicastérios da Cúria. Queremos ouvir, dialogar e, juntos, discernir caminhos de inter-relação e colaboração. Aprender também. Está a ser uma experiência muito rica. E, certamente, ajuda-nos a todos a avançar nos critérios de reforma contidos na constituição apostólica “Praedicate Evangelium”. A conversão sinodal na Cúria não se irá realizar da noite para o dia: é preciso humildade, paciência, perseverança, apreço pelo trabalho que nela se realiza, dar passos concretos e, na medida do possível, encontrar as pessoas certas. A Cúria é Igreja e, portanto, também deve viver e expressar a sinodalidade.

 

Então, quais são as chaves da sinodalidade?

É um processo que não termina com a fase diocesana porque pertence à essência da Igreja. Fazer uma viagem significa aprofundar a experiência de Cristo Ressuscitado (movimento interior) e comunicá-la para que alcance todas as áreas, todas as realidades do nosso mundo (movimento exterior). Mas a participação em Cristo implica necessariamente a vivência comunitária, a inter-relação com os outros, sem exclusões, para sermos verdadeiramente irmãos e irmãs. Percorremos o caminho juntos, porque ninguém se salva sozinho. Não é possível ser cristão em egoísmo ou individualismo. É um compromisso com o amor verdadeiro (Deus é amor), que promove a participação e o protagonismo de todos, reforça a unidade e respeita a pluralidade.

 

Como avalia esta primeira fase sinodal diocesana? As Igrejas locais estão a responder a esse trabalho consultivo de todos, tanto de dentro quanto de fora, ou ouvem ecos de que “continuam os mesmos a contestar”?

O saldo é, sem dúvida, essencialmente positivo. Penso que se percebe claramente que o processo sinodal nos remete à autenticidade da vida cristã, à nossa coerência como baptizados. O processo começa desde a base e isso leva-nos a revitalizar estruturas fundamentais na comunidade cristã, como paróquias e dioceses. Nunca devem ser realidades esmaecidas ou estagnadas, ou desligadas da totalidade da Igreja, mas canais para obter a experiência alegre da fé, que é sempre comunitária e impulsiona a missão. Esses dois aspectos (dimensão comunitária e evangelização) são fundamentais no processo sinodal, que é progressivo, inclusivo, dinâmico e renovador. Logicamente, é mais fácil para os mais motivados participarem inicialmente. Mas isso não significa que se reduza apenas a eles ou que se entrincheirem, fechando-se sobre si mesmos, mas sim que devem estar abertos para procurar a participação de todos, com vista à inclusão das periferias existenciais. Não importa que sejamos poucos ou muitos no início, ou que seja mais ou menos fácil para nós. O que é verdadeiramente importante é a nossa autenticidade como cristãos. Devemos avançar sempre, crescer sempre.

 

Como avalia o papel dos leigos?

É muito significativo que os leigos sejam o sector mais entusiasmado e envolvido no processo sinodal. É essencial que os leigos (especialmente as mulheres) assumam maiores responsabilidades na Igreja. E nisso não devemos ficar no mínimo, mas ir, progressivamente, ao máximo possível. Não se trata de concessões, mas da responsabilidade baptismal comum.

 

A Secretaria do Sínodo preocupa-se que em algum momento da recolha e síntese das reflexões lançadas sejam filtradas e restem apenas propostas “politicamente correctas”?

Na Secretaria do Sínodo manteremos a devida confidencialidade e não publicaremos os resumos que nos foram enviados. Não nos correspode. O princípio da subsidiariedade também deve funcionar aqui. O que faremos é considerar todas as sínteses, trabalhá-las e fazer o nosso próprio discernimento, que será especificado no documento para a etapa continental. De resto, ser guiado pelo que é “politicamente correcto” é sempre um erro. Porque, então, o critério é ficar bem, não ter problemas e nem mesmo procurar aplausos ou aceitação a qualquer preço. O Papa advertiu contra o mundanismo. Não são os critérios do mundo que nos guiam, mas a Boa Nova que é Cristo. Acredito que ser cristão significa, em grande medida, ir contra a corrente, não propondo uma oposição agressiva ao que está estabelecido, mas apresentando uma alternativa crível, uma proposta de felicidade encarnada nas nossas vidas, mesmo que isso signifique ir contra as modas, ou mesmo ser rejeitado. Na Igreja há muito conformismo. Um pensamento de João XXIII ajuda-me muito: “enquanto não colocar o seu ego sob a sola dos sapatos, não será um homem livre”.

 

Quaisquer outros desafios ou preocupações ao considerar o trabalho sinodal realizado até agora?

Acho que devemos insistir mais na importância de considerar este processo de escuta e discernimento sempre à luz do Espírito Santo. Ou seja, como um processo espiritual e não apenas como uma troca de ideias, ou um mero exercício sociológico, ou reestruturação administrativa. É algo realmente grande. E para escutar o Espírito e escutar-nos uns aos outros, sempre no Espírito, a dimensão orante é essencial. Curiosamente, não é fácil. Preocupa-me também a polarização na Igreja, a agressividade que às vezes ocorre entre diferentes grupos, às vezes chegando à falta de respeito e à ausência de caridade, paradoxalmente em nome de Deus. Estou muito triste com os insultos, a intolerância, a ideologização da fé. Os outros são meus irmãos, minhas irmãs, mesmo que não pensem como eu. Na Família de Deus há espaço para diferentes sensibilidades. Certamente precisamos de uma conversão de coração. Porque só a partir da fraternidade cristã é possível corrigir-nos e, sobretudo, só a partir dela podemos celebrar a Eucaristia com coerência.

 

Elimina-se “dos Bispos”, realiza-se uma consulta global, uma maior presença de leigos é assumida na sala sinodal quando chegar o momento… Como explicar a alguém de fora que isto não é democracia ou parlamentarismo quando parece tanto?

O processo sinodal é simples na sua abordagem, mas ao mesmo tempo complexo no seu desenvolvimento. Orienta-se para viver a comunhão, na co-responsabilidade e na participação, sempre orientada para a missão. A meu ver, o parlamentarismo, aplicado à Igreja, é um caminho falso porque leva ao populismo, à priorização de critérios ideológicos, ao entrincheiramento em grupos e até à ditadura da maioria, com vencedores e vencidos. A sinodalidade apresenta uma possibilidade muito melhor. Somos uma família. Talvez tenhamos que votar, mas, principalmente, procuremos o consenso que brota do discernimento no Espírito. Por outro lado, pode-se falar de tudo, mas não se trata de questionar tudo: é preciso distinguir entre o essencial (o depósito da fé) e o acessório. E nunca romper a unidade ou caminhar fora da Igreja. O desafio é como aprofundar e viver o essencial nas circunstâncias mutáveis ​​do tempo, do lugar e da cultura, sem medo da reforma necessária, que deve ser radical e profunda, sempre orientada para uma maior coerência. Não tenhamos medo nem vejamos fantasmas onde não existem. Nesta linha, não se trata de diluir os carismas, as diferentes vocações. O bispo deve servir a Igreja como bispo e não abdicar da sua função, porque estaria a faltar ao chamamento do Senhor. E o mesmo pode ser dito do leigo ou do sacerdote. Agora, os serviços, os carismas, as vocações são vividos e exercidos no e a partir do Povo de Deus. Deixar de fazer isso significa colocar-se fora do Espírito.

 

Para ser claro, a sinodalidade é igual a um católico-um voto?

A sinodalidade é igual a um cristão-uma voz que deve ser expressa, escutada e considerada, com tudo o que tem de implicação pessoal e única. Trata-se de exercer, verdadeiramente, a co-responsabilidade eclesial como exigência que brota do Baptismo e procurar os meios adequados para concretizá-la. Não é um mecanismo burocrático, mas uma experiência da Igreja, o reino do Espírito. É viver e desenvolver a própria vocação, o modo pessoal e particular de seguir Cristo; é colocar todos os carismas em comunhão e enriquecer-se mutuamente; é passar do poder para o serviço; é derrubar muros individualistas, nacionalistas e egoístas; é viver numa Igreja aberta e fraterna, uma casa comum, a Família de Deus na qual ninguém é supérfluo e todos são bem-vindos; é recuperar a força, a novidade e o entusiasmo oferecidos pelo Evangelho realizado em nós, cristãos; é um impulso para ir às periferias e concretizar a misericórdia; é anunciar uma imensa alegria e dar testemunho dela.

 

A sinodalidade está, portanto, intimamente relacionada com a reforma da Igreja...

Vivemos um tempo de Deus que, através da sinodalidade, nos traz uma oferta de graça em resposta às necessidades da Igreja neste momento histórico. Mas, como tudo o que vem de Deus, não é imposto, mas proposto. Como amor. E, de facto, cada um tem a chave do seu próprio coração. Espero que superemos os obstáculos que são produto do tremendo egoísmo que às vezes nos envenena. A sinodalidade é um forte apelo à autenticidade, à coerência, de Cristo e na Igreja para o mundo. Aqui está a verdadeira reforma.

 

Quando será alcançada?

Estamos na altura de semear. A colheita pertence ao Senhor. Mas não há dúvida de que o processo já é um resultado.

 

Pessoalmente, que balanço faz da sua aventura “sinodal” romana um ano e meio depois?

Procurei viver o que, com grande emoção, expressei no dia da minha ordenação episcopal. A tarefa de promover a sinodalidade é muito bonita e, ao mesmo tempo, complexa e altamente exigente. Estou ciente de que a tarefa é enorme e de que sou frágil. Mas esta consideração deu-me grande serenidade. Em primeiro lugar, porque me fez colocar-me nas mãos de Deus, confiante de que me ama com amor infinito: Ele irá guiar-me e ajudar-me. Isto comove-me profundamente. De minha parte, devo confiar e colocar à disposição todas as minhas forças, o que tenho e o que sou. Dar-me, envolver-me, gastar-me na tarefa que me foi confiada. Também me dá segurança sentir que, como cristão, não estou sozinho. Muitos irmãos e irmãs acompanham-me e, juntos, acompanhamos Cristo. Apesar da minha insuficiência e do meu pecado, eu amo-O apaixonadamente. Ele é a razão da minha vida e Aquele que a enche de luz e alegria. Mas o Ressuscitado é inseparável da Igreja. O processo sinodal ajudou-me a compreender melhor, por experiência, esta unidade do Senhor com a sua Igreja e, a partir daí, a sua unidade criadora, a sua rica variedade, a sua actualidade, a força da sua novidade, a sua beleza. Aqui se inscreve a aventura sinodal. Isto entusiasma-me.

 

Entrevista de Rubén Cruz e José Beltrán, publicada no Vida Nueva Digital a 4 de Junho de 2022.

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