Arquidiocese de Braga -
1 agosto 2026
Voluntários de Braga na Guiné-Bissau iniciaram a missão com jornada longa
DM - Joaquim Martins Fernandes
A equipa de voluntários que está a trabalhar na missão que o Centro Missionário Arquidiocesano de Braga está a realizar na Diocese de Bafatá, na Guiné-Bissau, iniciou a ação missionária com a celebração de uma Eucaristia em que também participou a comunidade local. «Começámos a manhã reunidos à volta da mesa da Eucaristia. Antes de qualquer palavra, de qualquer visita ou de qualquer projeto, deixámo-nos encontrar por Aquele que é a razão da nossa missão. É d'Ele que tudo nasce; é para Ele que tudo regressa», publicou a equipa missionária na página oficial do Centro Missionário no Facebook.
A publicação dá nota de que, após a celebração, foram realizadas visitas a diversas instituições, com o propósito de conhecer «os cantinhos» da missão. A Casa das Mães, o Liceu Diocesano Leopoldo Pastori, o Centro de Recuperação Nutricional e a Cúria Diocesana estiveram entre as instituições visitadas. «Entre sorrisos tímidos, olhares serenos e conversas simples, fomos descobrindo que o Evangelho também se escreve em cada um destes lugares, através de pessoas que, no silêncio e na simplicidade do quotidiano, fazem da sua vida um dom para os outros», acrescenta a publicação, vincando que as visitas permitiram perceber «que Deus continua a manifestar-se em quem serve com amor, muitas vezes longe dos olhares do mundo, mas sempre perto do Seu coração».
A longa jornada incluiu momentos de lazer com a população. «Durante a tarde, fomos ao Djumbai. Fomos brincar! Sim, porque a missão começa sempre por aprender... e brincar também é uma forma de aprender. É na alegria partilhada, na espontaneidade e na proximidade que os laços se constroem. Afinal, só quem se dispõe a brincar consegue anunciar um Deus que conhece cada pessoa pelo nome», salienta a nota publicada na página oficial do Centro Missionário Arquidiocesano de Braga.
A publicação dos responsáveis da missão lançada pela Arquidiocese sublinha que o regresso, no final da jornada, ao «coração» da missão trouxe consigo uma certeza que se sente com o coração.
«Regressámos ao fim do dia com a certeza de que somos nós os primeiros evangelizados. A missão tem esta beleza: partimos com o desejo de levar alguma coisa, mas acabamos sempre por receber muito mais do que aquilo que conseguimos oferecer», destaca a equipa de voluntários que está a concretizar a missão na Diocese de Bafatá.
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