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Boletim Paroquial
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
XIX Domingo do Tempo Comum - Ano A - 9 de Agosto de 2020



XIX Domingo do Tempo Comum

Ano A

«Ao cair da tarde, estava ali sozinho.»




Solidão e silêncio. Espera e obediência. Oração e alegria. Verdade e encontro.
 

Fé e desprendimento. Salvação e Cristo. Entendimento e Espírito Santo. Amor profundo e Deus.
Pequenos passos a seguir para que a nossa vida caminhe sobre as águas deste mundo.
A nossa Alma espera na Palavra do Deus vivo e o mistério é desvendado!
Onde há confusão e barulho a nossa mente não consegue discernir e cai em desalento.
Precisamos conhecer o nosso íntimo para reconhecer o bem que vem de Deus e o mal que habita no mundo!
Saber esperar no Pai e confiar inteiramente nos Seus sinais divinos faz de cada um de nós Seus filhos muito amados que aguardam a salvação.
Quando vivemos na verdade o nosso peito abre-se ao Seu Santo Espírito, é bafejado pelos Seus dons e a nossa vida sofre uma metamorfose.
Ao escolhermos o caminho que o Senhor nos apresenta, ganhamos belas asas e nem as tempestades mais duras nos atormentam.
Hoje, a liturgia do 19º domingo do Tempo Comum, do Ano A, estende-nos a mão e segura-nos com ternura.
Jesus, O Mestre, que sente cada nuvem preta que nos atormenta o coração, envia todos os sinais (sonoros e visuais) para acreditarmos na Sua presença física na nossa vida.
Neste exacto momento somos como os discípulos que:
«…vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que era um fantasma.»
Jesus está vivo entre nós. É urgente que esta certeza atravesse oceanos!
Um mergulho na imensidão do mar traz-te a força do sal!
A subida de uma montanha inunda-te com a brisa do vento!
A chuva quando cai na terra árida mostra-te a força da terra!
A natureza inteira fala-nos deste Homem!
Deste Messias que veio para habitar e governar o Universo para todo o sempre:
Jesus o Filho de Deus, o nosso irmão.
Sim… Tu e eu somos Filhos do Senhor que criou cada estrela do Céu…
cada pedra que o riacho contorna… cada passarinho que canta…
cada irmão que ainda não O conhece, porque tu e eu ainda não entramos no barco que tem de chegar à outra margem…
Tu e eu… duvidas? Tens medo? Eu tenho… confesso!
O Cristo, triste com o medo que sentimos, diz-nos: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?».
Duvido, porque a tempestade do mundo em que vivemos não me deixa ver os sinais divinos!
Duvido, porque não sei obedecer à ordem do Pai e sigo um caminho anátema (longe do Cristo).
Duvido, porque não quero ser EU a caminhar sobre as águas!
Duvido, porque a noite e a solidão, a oração e a Tua Palavra são árduas!
«Salva-me, Senhor!», a minha Alma precisa ser salva da minha falta de Fé…
«Tu és verdadeiramente o Filho de Deus».

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Liliana Dinis | Póvoa de Varzim| 11 Jul 2020
Crónica para o XV Domingo do Tempo Comum -Ano A - 12 de Julho de 2020
É urgente levar a esperança dos frutos abundantes e saborosos ao mundo que, teimosamente, não quer escutar, nem ver, o Amor que Deus semeia, a cada dia, em cada um de nós!
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XV Domingo do Tempo Comum 

Ano A
«Quando um homem ouve a palavra do reino…»


A importância de uma boa escuta na nossa vida é inquestionável.

Precisamos da audição, mais do que da visão.
Enquanto a cegueira aguça os outros sentidos, a falta de audição carrega consigo a incapacidade da fala.
Mas, o que desperta em nós o equilíbrio perfeito é onde guardamos tudo o que escutamos…
É essencial escutar e edificar, para que o mundo seja resgatado desta surdez em que vive.
Antes de atirarmos palavras, devemos ter bem presente o que podemos provocar.
Na verdade, qualquer palavra tem força mas, quando a sentimos dentro de nós, aquele que a ouve não fica indiferente.
E… Se a Palavra vem de Deus é boa semente, sem qualquer dúvida.
Mas, a abundância do Fruto depende apenas do solo que a acolhe.
Quando o peito está pronto, até para sentir dor no simples respirar, a semente morre e o coração explode com as maravilhas que cada um de nós será capaz de cumprir.
Então, a Palavra é vida em nós!
Hoje, a liturgia do 15º domingo do Tempo Comum, do Ano A, coloca-nos ao pé do mar, para vislumbrarmos a sua omnipotência e
escutarmos as ondas de mar, que nos presenteiam com belas Parábolas.
Quem de nós não adora uma boa história? O Mestre sabe bem o que nos vai no coração…
«Pois àquele que tem dar-se-á e terá em abundância;
mas àquele que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado.»
Cada um de nós carrega consigo a humanidade e a divindade.
Quando o nosso coração não compreende o que escutamos
Quando acolhe de momento com alegria, mas não tem raiz em si mesmo
Quando ouve a palavra, mas a sedução da riqueza sufocam a palavra
A nossa humanidade faz-nos esquecer que somos Filhos de Deus!
MAS, quando ouve a palavra e a compreende.
«Esse dá fruto e produz ora cem, ora sessenta, ora trinta por um.»
«Esse dá fruto e produz ora cem, ora sessenta, ora trinta por um.»
Cada milímetro do solo onde a semente cai é o meu reflexo.
Sou eu quem acolhe a Palavra de Deus.
Não posso permitir que a semente morra sem sentido.
É urgente levar a esperança dos frutos abundantes e saborosos ao mundo que, teimosamente, não quer escutar, nem ver, o Amor que Deus semeia, a cada dia, em cada um de nós!
Poderei, por favor, lançar um Desafio, passo a passo?
1º Ler a Parábola do Semeador (Mt 13, 1-9).
2º Procurar escutar a Palavra de Deus com todo o Amor que habita o nosso coração.
3º Oferecer-lhe todo o nosso entendimento.
4º Rezá-La com fervor.

Arrisca… Dá fruto!

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