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Segunda das 10h às 12h;
Sexta das 16h às 17.45h.
«Se o teu irmão te ofender, vai ter com ele e repreende-o a sós.»
Viver na ofensa! Sustentar a maldade! Alimentar a raiva! Calar perante a injustiça!
Sentir indiferença total pelo erro de outro ser humano! Tornar ainda mais pesada a vida de quem sofre!
É o dia-a-dia de quem não tem coragem para permanecer no caminho da Cruz.
Todo aquele que aceita o mal, que não consegue retificar a decisão do outro, não é Cristão.
Todo aquele que não é capaz de construir uma reconciliação, não sabe amar e é um triste Baptizado!
A nossa missão nesta terra, neste tempo confuso e sem amor,
é alertar cada ser humano sobre o perigo das suas más decisões.
Somos sentinelas! Salvamos vidas, não as condenamos…
Ao ouvimos a voz de Deus, colocamo-La em prática e não endurecemos o nosso coração.
Porque sabemos que, mesmo quando provocamos o Senhor que nos dá a vida,
ELE, que é o criador do Universo, é Misericordioso com cada um de nós.
Então, quem és tu e quem sou eu, para não aceitarmos, com toda a caridade que nos habita no peito, os erros dos outros, aqueles que somos chamados a amar, como nos amamos a nós próprios?
Hoje, a liturgia do 23º domingo do Tempo Comum, do ano A, reconcilia-nos com o nosso próprio coração.
Só nos podemos sentir amados se aprendermos a amar, independente,
esta condição inata de Cireneu na vida de todos (sem distinção)!
Ficar indiferente perante as asneiras
que os outros fazem, é reconhecer que também nós só fazemos disparates.
Por isso, O Mestre quando nos fala sobre os motores humanos diz-nos:
«Se te escutar, terás ganho o teu irmão.»
Salvar aquele que está perdido e não sabe é tarefa para quem sabe o Batismo.
Escuta! Oh, Sentinela deste tempo mal-amado…
De que te adianta apontar o dedo aos erros e acusar, ferozmente, quem faz o mal?
Deves fazê-lo, apenas em última instância.
Quando já olhaste nos olhos de quem erra e disseste, assertivamente: “ Estás a errar! ”
Quando já alertaste mais de mil vezes que a atitude é incorreta!
Quando o erro é sempre o mesmo e já esgotaste todos os recursos para que te ouça!
Quando já não consegues ligar o teu coração ao peito de quem, continuamente, mata o Amor e o Bem!
Lembra-te que quando erras e te repreendem, queres primeiro preparar a defesa pelo teu ato.
Então, faz o mesmo com o teu irmão e com a tua irmã.
Mas, fá-lo com AMOR, com Caridade!
Da mesma forma com que queres que o teu irmão, a tua irmã, faça contigo…
Mesmo assim, se não resultar…
junta-te a dois ou três Baptizados, como eu e tu, e reza… porque Jesus dá a dica:
«Se dois de vós se unirem na terra para pedirem qualquer coisa,
ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos Céus. »
Sentirás que o Mestre está no meio de “nós”,
a reconciliação acontecerá
e tu terás salvo a tua alma!
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“Com o Motu Proprio “Aperuit illis", o Santo Padre estabelece que “o III Domingo do Tempo Comum seja dedicado à celebração, reflexão e divulgação da Palavra de Deus”.
Jesus abre as mentes para a compreensão das Escrituras
Francisco explica que com essa decisão quis responder aos muitos pedidos dos fiéis para que na Igreja se celebrasse o Domingo da Palavra de Deus. A carta começa com a seguinte passagem do Evangelho de Lucas (Lc 24,45): “Encontrando-se os discípulos reunidos, Jesus aparece-lhes, parte o pão com eles e abre-lhes o entendimento à compreensão das Sagradas Escrituras. Revela àqueles homens, temerosos e desiludidos, o sentido do mistério pascal, ou seja, que Ele, segundo os desígnios eternos do Pai, devia sofrer a paixão e ressuscitar dos mortos para oferecer a conversão e o perdão dos pecados; e promete o Espírito Santo que lhes dará a força para serem testemunhas deste mistério de salvação.”
Redescoberta da Palavra de Deus na Igreja
O Papa recorda o Concílio Vaticano II que “deu um grande impulso à redescoberta da Palavra de Deus com a Constituição Dogmática Dei Verbum”, e Bento XVI que convocou o Sínodo, em 2008, sobre o tema “A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja” e escreveu a Exortação Apostólica Verbum Domini, que “constitui um ensinamento imprescindível para as nossas comunidades”. Nesse documento, observa, “aprofunda-se o caráter performativo da Palavra de Deus, sobretudo quando o seu caráter sacramental emerge na ação litúrgica”.”
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